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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS

INSTITUTO DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA

Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

 

MARCELO FREITAS GIL

 

O MOVIMENTO ESPÍRITA PELOTENSE E SUAS RAÍZES SÓCIO-HISTÓRICAS E CULTURAIS

 

Dissertação de Mestrado apresentada ao
Programa de Pós-Graduação em Ciências
Sociais do Instituto de Sociologia e Política da
Universidade Federal de Pelotas como requisito
parcial à obtenção do título de Mestre em
Ciências Sociais.
Orientadora: Profª. Drª. Lorena Almeida Gill.

Pelotas, maio de 2008

 

RESUMO

Segundo os dados do censo de 2000, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Pelotas é a segunda cidade do Rio Grande do Sul com o maior número de pessoas que se declara espírita. Enquanto a média de espíritas do Estado é de 1,8% da população, nessa cidade esse número sobe para 5,86% dos entrevistados.

Este trabalho procura compreender o que fez de Pelotas uma cidade com tão expressivo número de pessoas que se identificam como espíritas. Não se trata de uma pesquisa quantitativa com vistas a comprovar se Pelotas de fato tem um número maior de espíritas do que outras cidades do RS, mas sim de uma investigação qualitativa através da qual se buscou entender o processo de formação do Movimento Espírita Pelotense e de uma identidade espírita na cidade de Pelotas.

Nesse sentido, foi feita uma reconstituição histórica desde o surgimento da doutrina espírita na França, sua inserção na sociedade brasileira e sua penetração em Pelotas durante o último quartel do século XIX, buscando-se compreender como se constituiu um movimento espírita na cidade e como se formou a identidade social das pessoas que se identificam como espíritas.

Além de uma pesquisa com base em documentos e entrevistas através da qual se procurou entender o processo histórico de estruturação e desenvolvimento do Movimento Espírita Pelotense, foi realizado também um trabalho de campo no qual se buscou determinar os elementos constitutivos de uma identidade espírita nessa cidade e de um ethos e ela associado, na perspectiva de se explicar o que determinou essa associação de uma parcela tão significativa da população pelotense com o espiritismo.

Palavras-chave: Religião. Espiritismo. Identidade. Pelotas.

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